Construção do novo viaduto é acompanhada pela Secretaria de Obras

Por: Viviane Gonçalves

As obras do viaduto que ligará a rua Wagner Wey com a Augusto Lippel, no Campolim, Zona Sul de Sorocaba, tiveram início e seguem em ritmo acelerado. O empreendimento é uma conquista da Prefeitura de Sorocaba, por meio de uma medida mitigatória para compensar a geração de tráfego provocada pela implantação de um conjunto de apartamentos no Jardim São Carlos.

Todo trabalho é executado por uma empresa contratada pela MRV Engenharia, sem nenhum custo ao município, sendo acompanhado por dois engenheiros da Secretaria de Conservação, Serviços Públicos e Obras, Edilson de Arruda e Henrique Deliberali.

“Acompanhamos cada etapa desta importante obra da cidade. Neste semana estão sendo confeccionadas as 15 vigas de concreto em um canteiro de obras, para posteriormente serem transportadas até o local de instalação. Esta etapa deve seguir até sexta-feira (3)”, conta o engenheiro Henrique.

A etapa seguinte será a interdição do acesso à rua Wagner Wey pela rodovia Raposo Tavares. Para não prejudicar o trânsito no local, um novo acesso, pela rua Osmar de Oliveira, já começou a ser viabilizado. No local, está sendo executada a pavimentação e drenagem. Os engenheiros da Prefeitura também acompanham a execução dos trabalhos e antes de liberar o acesso, vão garantir que a nova via esteja de acordo com as normas técnicas.

Quem também acompanha todos os trabalhos, desde o projeto, é o engenheiro e secretário Fábio Pilão. “Esta obra demonstra o quanto uma parceria séria entre o público e o privado pode contribuir para melhoria da cidade e, principalmente, para a qualidade de vida do cidadão”, disse ele.

O viaduto terá 125 metros de comprimento, por 12 metros de largura. Também serão construídas ou adequadas as alças para o acesso dos veículos ao viaduto, ao bairro ou marginais da rodovia. Milhares de motoristas que trafegam pelo local serão beneficiados com o viaduto que receberá o nome de Zuleika Sucupira Kenworth. Nascida em Jundiaí, passou a infância em Sorocaba, formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo e tornou-se a primeira promotora da América Latina. Após uma destacada carreira pública, Dona Zuleika morreu em dezembro de 2017, aos 105 anos. A previsão é de que em fevereiro de 2019, a obra já esteja finalizada.

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