Procon orienta consumidores sobre a compra de material escolar

Por: Neide Barbosa

 

Com a proximidade do início das aulas, o Procon de Sorocaba, órgão  vinculado à Secretaria de Gabinete Central da Prefeitura, está orientando os consumidores sobre a compra do material escolar, levando em consideração que muitas lojas já começaram a expor os produtos.

A principal dica continua sendo a pesquisa de preços, alerta o diretor do Procon, Laerte Molleta, segundo quem os valores dos materiais escolares costumam ter bastante diferença entre um estabelecimento comercial e outro.  “A pesquisa sempre é importante porque, com certeza, o consumidor achará algum produto mais barato e de boa qualidade”.

Laerte Molleta diz, ainda, que os pais podem se dividir em grupos, e cada um fica responsável pela pesquisa de um certo número de produto.

O diretor do Procon de Sorocaba salienta, ainda, que todos os produtos devem estar expostos com seus referidos preços e de forma clara. “O consumidor tem o direito de saber exatamente quanto custa cada produto, por isso, o lojista tem que manter o preço bem visível”, destaca Laerte Molleta.

Confira as dicas do Procon:

  • Antes de sair de casa, faça uma lista do material que sobrou do ano passado e ainda pode ser reutilizado;
  • As escolas estão proibidas de indicar estabelecimentos comerciais para a compra, mas podem vender o material escolar aos pais;
  • Os pais devem avaliar bem se vale a pena comprar material com logotipos de personagens e acessórios licenciados, que costumam ser mais caros;
  • De acordo com a Lei 12.886/2013, a lista de material escolar não pode conter materiais de uso coletivo, como itens de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz e telefone, por exemplo;
  • Os pais podem formar grupos para fazerem uma única compra e ratear as despesas que, normalmente, saem mais em conta;
  • Outra prática comum é que pais possam trocar material escolar uns com os outros e, assim, diminuir os gastos;
  • Se os pais pretendem economizar, uma dica é não levar os filhos às compras, porque isso pode impulsioná-los a comprar produtos mais caros;
  • Ao comprar o material escolar, exija a Nota Fiscal, onde estão descriminados todos os produtos. O documento é garantia de compra para uma eventual troca;
  • Não compre material no mercado informal, pois se houver algum problema será mais difícil a troca ou garantia do produto. Desde fevereiro de 2015, alguns materiais escolares só podem ser comercializados com a certificação do Inmetro.

 

O diretor do Procon lembra que o órgão está à disposição para receber orientar consumidores e lojistas e receber possíveis reclamações. A sede principal do órgão funciona à Rua Nogueira Martins, 513 próximo à rodoviária, e atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. As Casas do Cidadão também dispõe de atendimento do Procon dentro de seus horários de funcionamento.

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