Reunião define últimos detalhes da solenidade de 9 de julho

Por: Viviane Gonçalves

Solenidade será realizada no dia 6 de julho no CPI-7

Os últimos detalhes da tradicional solenidade de 9 de julho, data da Revolução Constitucionalista, foram definidos em reunião no quartel da Polícia Militar, nesta terça-feira (26). O evento é realizado pelo Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba (IHGGS), Polícia Militar e Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur), e este ano ocorrerá no dia 6 de julho no pátio do CPI-7. Estarão presentes diversas autoridades da Polícia Militar e Civil, Marinha e Exército, além do prefeito José Crespo.

Participaram da reunião a Ten. Cel. Geórgia Abílio Publio Mendes, Dorotéa Senger Cézar (Instituto Histórico), o secretário Werinton Kermes (Cultura e Turismo), Major do 14º CSM, Kosoegawa, representantes da Marinha e do Tiro de Guerra, além de policiais militares que são os responsáveis pelo cerimonial do evento. Um palco já começou a ser montado no pátio da PM, que também receberá duas tendas cedidas pela Prefeitura.

O professor e historiador de Sorocaba, Adilson Cézar, irá relembrar a data com uma homenagem ao movimento contra a ditadura de Getúlio Vargas, realizado pelos paulistas. No evento também ocorrerá o hasteamento da bandeira e entrega de medalhas. A cerimônia está marcada para as 9h, no CPI-7 (Rua Gen. Mena Barreto, 190 – Vila São Caetano). A população está convidada.

Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais

A Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro fará uma apresentação no evento. A banda, que tem 210 anos de existência, mantém a tradição dos desfiles e apresentações públicas, nas quais os militares realizam, com grande precisão e simetria, suas criativas evoluções. Em sua composição encontram-se: mor, auxiliar do mor, schellenbaum, baliza, bombos, caixas de guerra, surdos, quadriton, pratos, liras, gaitas, flautins, trompetes e trombonitos. Considerada uma das maiores bandas marciais do mundo, distingue-se pela presença de gaitas escocesas (gaitas de fole) entre seus instrumentos musicais, presente da Rainha da Inglaterra ao USS Saint Louis, navio este pertencente à Marinha Americana.

Em 1951, quando esse navio foi incorporado à Marinha Brasileira, com o nome de Cruzador “Tamandaré”, sua tripulação presenteou a Banda Marcial com 16 gaitas escocesas, em agradecimento ao Corpo de Fuzileiros Navais. Essa tradicional Banda Marcial vem divulgando a Marinha do Brasil e o Corpo de Fuzileiros Navais. Por sua técnica e pelas evoluções de seus componentes, entusiasma as plateias por onde se apresenta, sendo cada vez mais solicitada para exibições em todo o território brasileiro. Com isso, vem despertando o interesse pela formação de inúmeras fanfarras escolares para as quais serve de modelo, ajudando a manter uma tradição das cidades, principalmente do interior.

 

 

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