Sema orienta população como descartar os lacres de plástico

Por: Secom Sorocaba

 O material pode ser uma ameaça a vida dos animais

 

Nos últimos dias, a imprensa de Sorocaba noticiou que uma garça foi vista no Parque “Carlos Alberto de Souza”, no Campolim, com um lacre de plástico preso em seu bico. O fato está mobilizando o Corpo de Bombeiros, a Polícia Ambiental e a Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema). Recentemente, um golfinho foi encontrado morto no litoral de São Paulo com um lacre que a impedia de se alimentar. Preocupada com esses fatos, a Sema realizará nesta sexta-feira (14), às 16h, uma campanha educativa no parque do Campolim para orientar a população como descartar corretamente esse tipo de material.

“São ocorrências que poderiam ser evitadas com o descarte correto desse resíduo. Por isso vamos fazer uma campanha educativa, utilizando também as redes sociais, para sensibilizar as pessoas sobre essa questão. É uma dica simples mas que pode salvar a vida desses animais”, destaca o secretário da Sema, Jessé Loures. O lacre de plástico é proveniente de garrafa PET.

Na última segunda-feira (10), a equipe técnica do Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros” esteve no Parque “Carlos Alberto de Souza e constatou que a garça avistada com o lacre de plástico preso em seu bico estava saudável. O lacre não impedia que ela respirasse e nem que abrisse o bico e se alimentasse de peixes pequenos, que é o que existe no lago. A ave estava bastante arisca e por isso não foi possível pegá-la. Na última quinta-feira (13), a equipe do zoológico retornou ao local, mas infelizmente não conseguiu capturar a ave para retirar o lacre, e na tarde desta sexta-feira (14) retornará ao local para mais uma tentativa.

 

Como descartar corretamente

Para o descarte de lacre de garrafa PET, a orientação é cortá-lo, para evitar que se prendam em bicos de aves ou outros animais, já que isso é potencialmente fatal. Além disso, a população deve descartar o material no local correto, ou seja, na lixeira e, de preferência, que tenha como destino uma cooperativa de recicláveis. O lixo jogado de forma irresponsável nas ruas e parques da cidade, além de sujar esses espaços impacta seriamente a fauna e a flora local e ‘volta’ de forma negativa para a população ao danificar o aspecto visual da cidade, exalar mau cheiro, atrair animais peçonhentos, entupir bueiros e propiciar os alagamentos.

 

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