Simulação da Urbes causa em sóbrios as dificuldades sensoriais de embriaguez

Por: Thaís Marcolino (Programa de Estágio) - Supervisão Leandro Nogueira - comunicacao@urbes.com.br
Crédito das fotos: Thaís Marcolino
Pessoas sóbrias, mas sentindo dificuldades para reagirem em tempo hábil, desorientadas no espaço e enfrentando a falta de equilíbrio, sintomas  característicos de embriaguez. A experiência é mais uma das ações promovidas na campanha Maio Amarelo pela Secretaria de Mobilidade e Acessibilidade da Prefeitura, por meio da equipe de Educação para o Trânsito da Urbes-Trânsito e Transportes. Denominada Labirinto, a atividade foi promovida com estudantes do período da manhã e noturno da Universidade de Sorocaba (Uniso), na última semana.

O secretário de Mobilidade e Acessibilidade e presidente da Urbes, Luiz Alberto Fioravante, ressalta que a conscientização é a forma mais eficaz de evitar acidentes ou abusos que, quando flagrados, são revertidos em prejuízos financeiros aos maus motoristas por meio das multas. “Investimos em educação durante todo o ano, pois o nosso principal objetivo é o trânsito cada vez melhor para Sorocaba e isso depende do comportamento de cada indivíduo”, explica Fioravante.

No Labirinto, a equipe de Educação para o Trânsito da Urbes promove alterações no ambiente para proporcionar as experiências sensoriais dos estágios da bebida: euforia, relaxamento, coordenação motora, visão e comprometimento generalizado. Os participantes percorrem caminhos por onde encontram atores representando os respectivos estágios da embriaguez.

Enquanto observam as reações dos personagens, as luzes, a fumaça, a música e trechos com piso em desnível provocam nos visitantes as mesmas dificuldades de locomoção, equilíbrio e interpretação da realidade enfrentadas por quem está embriagado. Ao final do caminho, os espectadores recebem folheto com todas as informações do projeto, além dos estágios da bebida para que venham ser conscientizados todos os dias.

O professor de inovação e criatividade da Uniso, Rogério Profeta, 58 anos, também participou da experiência. “É uma ação que deve ser promovida constantemente, pois visa a prevenção e criação da consciência”, declarou. Profeta lamentou que os jovens ainda estejam sujeitos a problemas com acidentes de trânsito, talvez por falta de experiência com as questões relacionadas ao trânsito e bebida.

Os universitários elogiaram a atividade Labirinto, por se tratar de um assunto muito importante na sociedade. “Achei bem legal para conscientizar as pessoas dos atos que praticam quando juntam bebida e direção”, opinou o estudante de engenharia, Rômulo Gonçalves, 17 anos.  Beatriz de Arruda, estudante de biologia, complementou “você não dirige só pra você, dirige para o outro também.”

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