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Acessado em: 15/07/2024 - 20h31

Serp recolhe 10 toneladas de lixo após Romaria a Aparecidinha

Por: Eduardo Santinon – esantinon@sorocaba.sp.gov.br

As equipes da Secretaria de Serviços Públicos (Serp) recolheram cerca de dez toneladas de lixo no bairro Aparecidinha e ao longo do trecho por onde passou a romaria realizada no último domingo (12). A quantidade de sujeira – composta sobretudo de papéis, plásticos, restos de alimentos e madeira – foi suficiente para lotar cinco caminhões de lixo e recolhida na segunda-feira (13), das 7h às 14h.

Quatro equipes da Serp, compostas no total por quarenta pessoas, atuaram na limpeza. Ao todo sessenta contêineres de lixo foram disponibilizados pela Serp para a romaria. “É muita sujeira para um evento desse porte, que começou na sexta-feira, quando as barracas começaram a funcionar, e só terminou no domingo. E todo ano a situação da sujeira se repete”, destaca Claudinei Aparecido de Almeida, chefe da Divisão de Limpeza Urbana da Serp.

Segundo Claudinei, a Romaria de Aparecidinha não é o único evento gerador de grande quantidade de lixo em local inadequado. “Tem ainda os eventos em parques e praças”, comenta. Nos parques municipais abertos, por fim de semana, a Serp recolhe em média uma tonelada de lixo composto por bituca de cigarro, papéis e plásticos em geral.

Comerciantes

Segundo Claudinei, parte do lixo identificado em Aparecidinha foi produzido por comerciantes, que fizeram o descarte irregular de embalagens de produtos colocados à venda. “Se cada um fizesse a sua parte, seja o romeiro ou o ambulante, diminuiria muito a quantidade de lixo nas ruas”, completa. Porém, não há regulamentação que exija isso desse tipo de comerciante.

A Área de Fiscalização da Secretaria da Fazenda (SEF) emitiu 153 licenças de funcionamento a comerciantes para atuar em Aparecidinha. Para tanto, o ambulante teve de recolher, no dia do evento, uma taxa de fiscalização, instalação e funcionamento, no valor de R$ 24,50 o metro, no posto montado no bairro.

“A dificuldade em coibir a sujeira é que não há legislação e ainda haveria a dificuldade de localizar os infratores para cobrar penalidades, pois na grande maioria dos casos o comerciante é de outras cidades”, reitera Gilsimar Maia, chefe da seção de Fiscalização da SEF.